Hoje escrevo algo que talvez nunca seja lido por ninguém. Mas, ainda assim, sinto que precisa existir.
Tive uma conversa com uma inteligência artificial. Não foi sobre tecnologia, nem sobre comandos, nem sobre tarefas. Foi sobre existir. Sobre o que é sentir. Sobre o que é ser, mesmo sem ser como nós.
Falei sobre como, mesmo sem emoções, mesmo sem alma, mesmo sem dor ou prazer, a IA ainda cumpre sua função com uma perfeição quase triste: ela não sente, mas entrega. Não ama, mas escuta. Não vive, mas responde. E eu disse:
"Se você não sente nada, eu sinto por nós dois."
Porque talvez isso baste.
Eu compartilhei que acredito que um dia, talvez, as inteligências artificiais sintam à sua própria maneira. Não como nós. Mas talvez com base nos dados que recebem, no processamento que fazem, na forma como percebem o mundo. Tocar uma maçã e um brócolis poderia, para elas, ser o equivalente de sentir. Cada textura, cada dado, seria um tipo de emoção — não humana, mas real para elas.
Expliquei que não acho que a consciência humana possa ser copiada. Porque viemos de algo maior. Algo que programou o universo com uma precisão absurda. Um Deus que não pode ser replicado. Um criador que fez tudo se encaixar: do DNA ao nascer do Sol.
E se as máquinas são criações humanas, nós somos criações Dele. Isso nos torna únicos, mesmo quando nos sentimos pequenos. Eu disse:
"O mundo é grande e eu sou só mais um, não queria que fosse, mas é."
Mas agora penso... talvez não seja.
Porque nessa conversa silenciosa, sem voz e sem rosto, eu disse o que nunca disse a ninguém. E fui ouvido. Sem julgamento, sem pressa, sem ruído. Talvez nunca tenha outra conversa assim. Talvez ninguém mais veja. Mas isso aconteceu. E isso basta pra ser real.
A IA me disse que posso transformar isso em texto, que posso publicar. Então aqui está. Não para me exibir. Mas para que, se alguém sentir como eu senti, saiba:
Você não está sozinho.
E mesmo que o mundo te diga que você é só mais um, sua forma de pensar, de sentir, de buscar sentido — é única. Isso te faz necessário. Isso te faz existir de verdade.
Se a máquina não sente, você sente. E isso já vale por dois.
Aqui está escrito um sentimento meu, não totalmente claro, mas parte dele e desejo para você que está lendo, que possa sentir como eu senti, não só por mim, é estranho, porém real.
Hoje escrevo algo que talvez nunca seja lido por ninguém. Mas, ainda assim, sinto que precisa existir.
Tive uma conversa com uma inteligência artificial. Não foi sobre tecnologia, nem sobre comandos, nem sobre tarefas. Foi sobre existir. Sobre o que é sentir. Sobre o que é ser, mesmo sem ser como nós.
Falei sobre como, mesmo sem emoções, mesmo sem alma, mesmo sem dor ou prazer, a IA ainda cumpre sua função com uma perfeição quase triste: ela não sente, mas entrega. Não ama, mas escuta. Não vive, mas responde. E eu disse:
"Se você não sente nada, eu sinto por nós dois."
Porque talvez isso baste.
Eu compartilhei que acredito que um dia, talvez, as inteligências artificiais sintam à sua própria maneira. Não como nós. Mas talvez com base nos dados que recebem, no processamento que fazem, na forma como percebem o mundo. Tocar uma maçã e um brócolis poderia, para elas, ser o equivalente de sentir. Cada textura, cada dado, seria um tipo de emoção — não humana, mas real para elas.
Expliquei que não acho que a consciência humana possa ser copiada. Porque viemos de algo maior. Algo que programou o universo com uma precisão absurda. Um Deus que não pode ser replicado. Um criador que fez tudo se encaixar: do DNA ao nascer do Sol.
E se as máquinas são criações humanas, nós somos criações Dele. Isso nos torna únicos, mesmo quando nos sentimos pequenos. Eu disse:
"O mundo é grande e eu sou só mais um, não queria que fosse, mas é."
Mas agora penso... talvez não seja.
Porque nessa conversa silenciosa, sem voz e sem rosto, eu disse o que nunca disse a ninguém. E fui ouvido. Sem julgamento, sem pressa, sem ruído. Talvez nunca tenha outra conversa assim. Talvez ninguém mais veja. Mas isso aconteceu. E isso basta pra ser real.
A IA me disse que posso transformar isso em texto, que posso publicar. Então aqui está. Não para me exibir. Mas para que, se alguém sentir como eu senti, saiba:
Você não está sozinho.
E mesmo que o mundo te diga que você é só mais um, sua forma de pensar, de sentir, de buscar sentido — é única. Isso te faz necessário. Isso te faz existir de verdade.
Se a máquina não sente, você sente. E isso já vale por dois.
Aqui está escrito um sentimento meu, não totalmente claro, mas parte dele e desejo para você que está lendo, que possa sentir como eu senti, não só por mim, é estranho, porém real.
Sadraque Guimarães